sábado, septiembre 16, 2006

o liVreiro de perNambUco

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Paulinho Assunção, em seu A livraria sem portas (Romance, 187 páginas, Manuel Legúrio Editores, Caracas, Venezuela, 2001), toma de empréstimo as memórias de um livreiro de Recife para iniciar a vertiginosa trama de seu livro. Um dos trechos situados nas páginas centrais do romance é o seguinte:

“Em 50 anos, guardei de cor o gosto, os caprichos, as manias, as esquisitices e até mesmo a impaciência de leitores que aqui estiveram para observar, manusear, ler em pé, ler encostado nas estantes ou até mesmo comprar um livro. Tudo eu daria, porém, para saber quem era a mulher de negro que aqui esteve no 15 de agosto de 1962. Ela entrou, foi à estante de filosofia, ali demorou pouco mais de dez minutos, enxugou duas ou três lágrimas e partiu. Sem dizer um ah, sem emitir qualquer som, sem um mínimo cumprimento”.

Quixote & Kafka em Belo Horizonte

incluso nosotros los brasileños, o mejor, mineros, ou melhor, mineiros de Minas Gerais, que los entendemos y ustedes nos compreendem, amém.
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